Gestão Covas continua trabalhando contra Coronavírus

Prefeito informou que mais de 308 mil pessoas já foram imunizadas contra a gripe (Influenza)

 

A prefeitura de São Paulo não mede esforços para combater a transmissão direta do novo Coronavírus. Diversas medidas já foram tomadas e o trabalho continua. O prefeito Bruno Covas e o governador João Doria estão trabalhando juntos e já decretaram estado de calamidade, o que facilita as ações emergenciais.

Nesta quarta-feira, 25, foram anunciados que as obras do Hospital Municipal da Brasilândia foram adiantadas e mais 150 leitos de UTI estarão a disposição na luta contra o Coronavírus. O empreendimento ficaria pronto em junho mas estará pronto em abril. Somando aos 490 leitos que a Prefeitura havia disponibilizado, serão 640, mais do que dobrando os 507 leitos que existiam inicialmente em São Paulo.

Também foram anunciados, além dos dois hospitais de campanha que já estão quase finalizados, que as empresas Ambev e Gerdau vão erguer 100 novos leitos ao lado do Hospital M’Boi Mirim, na zona sul da capital. As empresas vão arcar com todo o custo da instalação e com parte da manutenção nesses 4 meses. A expectativa é que eles fiquem prontos em 3 semanas. No total, a cidade terá 2.100 leitos de observação.

Covas também informou que mais de 308 mil pessoas já foram imunizadas contra a gripe (Influenza), segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde, no segundo dia da campanha de vacinação na cidade. A ação acontece simultaneamente em 468 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e, nesta primeira etapa, é exclusiva para idosos e profissionais da saúde, sendo gradativamente disponibilizada para outros grupos.  A vacinação da Influenza não protege contra o coronavírus, mas vai auxiliar no diagnóstico para a Covid 19, ao descartarem os vários tipos de gripe na triagem da população vacinada. 

Para o Estado, o governador João Doria anunciou o lançamento do programa Merenda em Casa, que vai ofertar a alimentação para 700 mil estudantes matriculados na rede estadual de São Paulo. O valor do investimento é de R$ 40,5 milhões por mês e chegará a mais de 20% dos 3,5 milhões de alunos da rede.

A iniciativa, de caráter emergencial, ocorre em virtude da suspensão das aulas em todas as 5,4 mil escolas da rede estadual de São Paulo desde segunda-feira (23), como forma de conter a propagação do novo coronavírus.

Confira aqui o que já está sendo feito.

Notícia publicada em: 25 de março de 2020

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